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Comemoração dos 130 anos de Remo na Figueira da Foz

Textos da página do Facebook do Município

𝗦𝗮𝗻𝘁𝗮𝗻𝗮 𝗟𝗼𝗽𝗲𝘀 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗼𝘂 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰̧𝗮 𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗺𝗼𝗿𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝟭𝟯𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗺𝗼 𝗻𝗮 𝗙𝗶𝗴𝘂𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗙𝗼𝘇A Associação Desportiva Naval Remo promoveu na manhã de hoje, dia 01 de maio, um conjunto de iniciativas comemorativas dos 130 anos de remo na Figueira da Foz. Após uma romagem ao túmulo de José Cachola e a colocação da lápide de Alain Acart – treinador da secção de canoagem da Naval, falecido em janeiro deste ano, a família navalista e as entidades oficiais, entre as quais o presidente da Assembleia Municipal, José Duarte; o presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, o vereador do pelouro do Desporto, Manuel Domingues e a presidente da Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, Rosa Baptista, marcaram presença no pavilhão náutico, sito na Marina de Recreio, para abrir ao público a exposição «130 anos de remo na Figueira da Foz», a qual integrou a Taça Salazar, uma peça de joalharia com 1,50m de altura e 20 kg de peso, composta por 235 peças em prata, decorada com elementos evocativos da época dos Descobrimentos, oferecida às Regatas Internacionais de Remos da Figueira da Foz por 68 municípios portugueses, no final da década de 1930. A peça integra o acervo do Museu Municipal Santos Rocha (MMSR) – coleção de Troféus e, habitualmente, encontra-se nas reservas visitáveis do MMSR.A finalizar a cerimónia comemorativa, procedeu-se à entrega da medalha de Campeão do Mundo de Remo Indoor categoria 17-18 anos, aos pais do atleta Pedro Rodrigues, que não pode marcar presença. #figueiradafoz#NavalRemo#rem#associaçãodesportivanavalremo#campeãodomundo

Taça Salazar em exposição – Facebook do Museu Municipal

𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗺𝗽𝗹𝗮𝗿 𝗮 𝗧𝗮𝗰̧𝗮 𝗦𝗮𝗹𝗮𝘇𝗮𝗿 𝗮𝗼 𝘃𝗶𝘃𝗼!A Taça Salazar poderá ser apreciada esta manhã, pelas 11h00, na sede da Associação Desportiva Naval Remo, que comemora o 130 anos de Remo na Figueira da Foz.A 𝗧𝗮𝗰̧𝗮 𝗦𝗮𝗹𝗮𝘇𝗮𝗿 𝘁𝗲𝗺 𝟭,𝟱𝟬 𝗮𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮, 𝗽𝗲𝘀𝗮 𝟮𝟬𝗸𝗴 𝗲 𝗲́ 𝘂𝗺𝗮 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗼𝗯𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗷𝗼𝗮𝗹𝗵𝗮𝗿𝗶𝗮, 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗼𝘀𝘁𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝟮𝟯𝟱 𝗽𝗲𝗰̧𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗽𝗿𝗮𝘁𝗮. 𝗗𝗲𝗰𝗼𝗿𝗮𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺 e𝗹𝗲𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗲𝘃𝗼𝗰𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼𝘀 𝗱𝗮 𝗲́𝗽𝗼𝗰𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗗𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗿𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀, 𝗳𝗼𝗶 𝗼𝗳𝗲𝗿𝗲𝗰𝗶𝗱𝗮 𝗮̀𝘀 𝗥𝗲𝗴𝗮𝘁𝗮𝘀 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗥𝗲𝗺𝗼 𝗱𝗮 𝗙𝗶𝗴𝘂𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗙𝗼𝘇 𝗽𝗼𝗿 𝟲𝟴 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗲𝘀, 𝗻𝗼 𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗱𝗲́𝗰𝗮𝗱𝗮 𝗱𝗲𝟭𝟵𝟯𝟬.Disputada pela 1º vez em 1938, no Rio Mondego, em 1938 e 1939 foi levada para Londres, na sequência da vitória das duas edições, pelo London Rowing Club. Foi dada como desaparecida durante a II Guerra Mundial e recuperada três anos após o fim do conflito, em 1948, num cofre do Banco de Inglaterra, onde tinha sido colocada para escapar aos bombardeamentos.Foi novamente disputada em 1958, vitória do Clube dos Galitos; 1959,vitória de Sporting Caminhense e 1963, vitória da Federação Mista Belga. Entretanto guardada pela Comissão Municipal de Turismo da Figueira da Foz, foi considerada peça museológica e entregue ao Museu da Cidade em 1980, contudo sem a placa onde figura a efígie de António Oliveira Salazar, que esteve guardada durante 30 anos e foi devolvida em fevereiro de 2010 e recolocada na Taça, que integra o acervo do Museu Municipal Santos Rocha (MMSR) – coleção de Troféus. 𝗛𝗮𝗯𝗶𝘁𝘂𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮-𝘀𝗲 𝗻𝗮𝘀 𝗿𝗲𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝘀, 𝗻𝗮 𝗮́𝗿𝗲𝗮 𝘃𝗶𝘀𝗶𝘁𝗮́𝘃𝗲𝗹 𝗮𝗼 𝗽ú𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼.Se gostaria de a ver mais ao pormenor, poderá agendar uma visita às reservas do MMSR, às sextas-feiras à tarde (14h00-17h00) e no primeiro sábado de cada mês (14h00-19h00): servico.edutivo@cm-figfoz.pt | 233 402840 Painel de fotografias antigas: Arquivo Fotográfico Municipal

Romagem ao Cemitério da Figueira da Foz

Homenagem junto do Mausoléu de António Cachola, onde também foi colocada uma lápide em memória do nosso Treinador Alain Acart, que faleceu em janeiro deste ano ao serviço do Clube.

Discurso do Presidente da Direção

Exmo Sr Presidente da Câmara da Figueira da Foz, Dr Pedro Santana Lopes

Exmo Sr Presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, Eng. José Duarte

Exmo. Sr. Presidente do Conselho de Administração do Porto da Figueira da Foz, Dr. Eduardo Feio,

Exma. Sra. Vogal do Conselho de Administração do Porto da Figueira da Foz, Dra. Andreia Queirós,

Exmo. Sr. Vogal do Conselho de Administração do Porto da Figueira da Foz, Dr. Carlos Monteiro,

Exmo. Sr. Capitão do Porto da Figueira da Foz, Sr. Capitão-de-Fragata Cervaens Costa,

Exmo. Sr. Vereador Dr. Manuel Domingues,

Exma. Sra. Presidente da Junta de Freguesia de Buarcos e S. Julião, Dra Rosa Maria Martins Ferreira Baptista,

Caros Diretores e Representantes de Empresas Parceiras

Caros Treinadores, Atletas e Familiares

Hoje comemoramos os 130 anos de Remo na Figueira da Foz… e a Figueira enquanto cidade confunde-se com a existência do Remo, pois em 1882 foi elevada a Cidade e em 01 de maio de 1893, apenas 11 anos depois nascia um Clube de Remo pela mão de um punhado de homens –  a Associação Naval 1º de Maio.

O Texto que acabamos de ouvir, da autoria de Augusto Alberto, ilustre Atleta e Treinador desta Cidade, o meu Treinador, cujo mérito Desportivo foi reconhecido publicamente em 2018, traduz um fiel retrato do que foi o Remo na Figueira da Foz e ilustra a génese e o seu trajeto ao longo dos anos.

Felizmente que a evolução dos tempos e dos valores societários veio esbater a diferença de classes, que esteve na origem dos dois Clubes de Remo desta Cidade, a Naval e o Ginásio e ainda bem que atualmente a generalidade das Modalidades Desportivas são inclusivas e promovem a união e não o sectarismo, devendo servir de cola numa sociedade enquanto base cultural e partilha de valores.

Enquanto há um século o Remo era a Modalidade preponderante e mais representativa na Cidade, a realidade atual é bem diferente. Houve, entretanto, o desenvolvimento de algumas modalidades que massificam as suas fileiras com Atletas e assistiu-se também à afirmação de outras Modalidades, Desportos radicais e até outras atividades, para além das múltiplas formas de estar menos ativas, mais cómodas e muito atrativas que afastam crianças, jovens e adultos do desporto,… e todas elas … colocam um desafio acrescido ao Remo.

Para lá dos factos históricos, sentimentais e até naturais e lógicos desta Modalidade Desportiva, deveremos focar-nos em aspetos que são exigidos atualmente, onde o Remo continua a surgir como uma Modalidade da eleição ao nível da formação física, psíquica e social de crianças e jovens.

Destaco apenas algumas destas características:

  • Ao nível físico – O Remo desenvolve a coordenação motora, a agilidade, a resistência muscular, a força, a flexibilidade, a potência, a velocidade, a resistência cardiorrespiratória, o equilíbrio e a precisão de movimentos entre outros.
  • Ao nível psíquico – A prática de Remo permite a redução de níveis de ansiedade e stress e melhora os níveis de concentração e a capacidade de auto-controlo.
  • Ao nível social – O Remo é um desporto que estimula o espírito de equipa e a entreajuda. A prática de Remo fomenta os laços de amizade e a criação de um espírito único que emerge entre os seus praticantes. Para além destes aspetos, o Remo trabalha e desenvolve algumas características pessoais, sendo de relevar:
    • A solidariedade, através da ajuda mútua;
    • O Espírito de Sacrifício, revelado através da aceitação de dificuldades em prole de melhores momentos;
    • A ambição, ao querer fazer sempre mais através do treino e da competição;
    • A superação, ao ultrapassar limites de forma consistente;
    • A humildade, através do treino com assunção de responsabilidades, sem arrogância, prepotência ou soberba; e
    • A excelência, querendo sempre fazer melhor e fazer de forma diferente.

Apesar de todos os desafios, o Remo está presente hoje e o remo deverá estar presente amanhã, aliás devemos todos fazer os possíveis para que numa cidade que é banhada pelo oceano, onde desagua o maior Rio que nasce em Portugal e onde tem lagoas fantásticas, uma Modalidade como o Remo, em particular, ou os Desportos Náuticos, no Geral, tenham um lugar de destaque pois são, ou devem ser, os pilares basilares da Sociedade Figueirense. E estes pilares são a nossa identidade e a nossa cultura, assente na convivência com o Mar, no Rio e nas Lagoas, onde os Desportos Náuticos garantem um acesso inclusivo, controlado, seguro e generalizado a estes elementos que nos unem e formam a Sociedade Figueirense.

E é por isso que falar dos 130 anos de remo na Figueira da Foz é falar do futuro e é dar centralidade aos desportos náuticos na nossa cidade.

Neste aspeto nós temos um sonho… que lançamos em jeito de desafio ao Sr. Presidente da Câmara da Figueira da Foz… que todas as crianças em idade escolar do nosso Município possam passar pelos Clubes e Associações Desportivas de Desportos Náuticos, integradas nas suas atividades curriculares normais… porque os Desportos Náuticos têm de estar na nossa base da formação, na nossa identidade e na nossa cultura.

Um sonho que outras cidades já viram cumprido com sucessos e ganhos evidentes para a sociedade e naturalmente para os Clubes… A Naval, o seu Corpo Técnico e os seus Dirigentes dizem presente a este desafio e estamos 100% disponíveis para ajudar e contribuir para este desígnio … e se dentro de alguns anos todos os Figueirenses disserem que já remaram, que já deram umas pagaiadas, ou que já experimentaram o Surf, ou que já andaram à vela… nem que seja uma vez… podemos dizer que cumprimos o nosso dever… porque isto é a nossa função e o nosso contributo para a cultura e a nossa identidade.

Esta é então uma vertente de formação de base, sendo de sublinhar que as Escolas são simultaneamente uma natural fonte de recrutamento para os Clubes com a angariação de Atletas que ingressam posteriormente para a prática da Modalidade.

Por outro lado, é de referir que atualmente a dispersão de atividades é enorme e as ofertas são igualmente múltiplas, importando fazer um trabalho de base para a deteção e identificação de Talento Desportivo. Esta é uma forma de apresentar a crianças e jovens com elevado potencial desportivo, novos desafios e caminhos alternativos que levam à Alta Competição e à participação em Desportos como o Remo Federado, podendo culminar em representações do nosso país em palcos internacionais.

Neste âmbito, as Escolas e os Clubes ao desenvolverem parcerias e estratégias de envolvimento podem contribuir para a Promoção e desenvolvimento do Desporto de Alta Competição como um todo, seja ao nível local, regional ou nacional participando de forma ativa na deteção e orientação adequada de potenciais Talentos.

Por estes motivos parece avisado que Autarquia, Escolas e Clubes partilhem estratégias e objetivos e desenvolvam práticas desportivas de base, que ao serviço da comunidade escolar captem a atenção de crianças e jovens para a o exercício físico, proporcionando igualmente condições para o acesso facilitado, abrangente e informado ao Desporto seja numa vertente de lazer seja no contexto da Alta Competição. 

É por isso que na Naval, respeitando a herança do nosso passado, fazemos o que está ao nosso alcance no presente com os olhos sempre postos no futuro… o Remo tem de ser mais, os Desportos Náuticos têm de ser mais, e a cidade tem de ser mais… mais voltada para o mar, para o rio e para as lagoas e o acesso aos Desportos Náuticos é um desses caminhos.

E isto são mais do que pequenos rasgos de uma intervenção Desportiva que os Figueirenses sempre tiveram há mais de um século, como aqueles que temos na nossa exposição. Sendo uma Cidade ribeirinha, banhada pelo Oceano e com muitos quilómetros de praias e com um plano de água como o Rio Mondego, os Desportos Náuticos têm de ser o reflexo de uma forma de estar e de ser e estamos certos que serão as Modalidade de eleição e uma Bandeira e verdadeira embaixada da Cidade.

De resto, os nossos Campeões Mundiais, como o Pedro Rodrigues e o Afonso Santos e outros Atletas como a Madalena Peça e a Patrícia Batista, todos eles asseguram a representação do nosso Clube e da nossa Cidade na Seleção Nacional de Remo, e os resultados relevantes no Remo extravasam já as fronteiras do nosso País e colocam-nos no mais alto patamar do Remo Internacional e estes Atletas já são os nossos Embaixadores.

Mas estes Atletas não caminham sozinhos há um vasto conjunto de outros Atletas, de Treinadores, de Dirigentes, de familiares, de sócios, de parceiros, de amigos que fazem esta caminhada connosco e isto é a Naval Remo… para a qual pedia um singelo aplauso.

Muito obrigado pela vossa presença e Bem Ajam!

PorADNR

Naval Remo organiza 1ª Etapa da Taça de Portugal em Remo de Mar

Taça de Portugal em Remo de Mar

A 1ª etapa da Taça de Portugal em Remo de Mar é na Figueira da Foz… e é já no próximo dia 31 de julho e 01 de agosto… esteja atento às novidades!

PorADNR

Naval Remo conquista mais 4 pódios na Taça de Portugal

Realizou-se no passado dia 14 de julho, na Figueira da Foz, a última Regata de Remo da Época Desportiva que encerrou o circuito referente à Taça de Portugal.

Com mais 4 pódios nesta regata, a Naval conquista o 3º Lugar no Ranking nacional de Atletas Femininos e Masculinos do Circuito da Taça de Portugal 2019, entre os 15 clubes de remo participantes.

Depois do 5º Lugar da época desportiva de 2017/2018, só com um grande esforço, dedicação e persistência do Corpo Técnico e de todos os Atletas foi possível melhorar aquela marca obtendo o 3º Lugar a nível nacional.

Sublinhando a conquista de 4 pódios no conjunto das várias provas do dia, os resultados obtidos foram os seguintes:

  • Double Scull Absolutos Femininos – 2º Lugar para Sofia Silva e Marta Ferrolho
  • Shell de 2 sem Timoneiro Absolutos Femininos – 1º Lugar para Inês Jesus e Daila Alexandre, que receberam também a Taça da melhor tripulação de Shell de 2- nesta época
  • Skiff Absoluto Feminino – 1º Lugar para Patrícia Batista
  • Double Scull Absoluto Masculino – 4º Lugar para Raúl Rodrigues e João Gaspar
  • Skiff Absoluto Masculino – 2º Lugar para Duarte Oliveira
  • Quadri Scull Absoluto Masculino – 6º Lugar para Carlos Gil, João Gonçalves, Mário Oliveira e André Pinto de Oliveira
  • Shell de 8 com timoneiro – 4º Lugar para a Leonardo Gil, Ruslan Nayavko, Daniel Mendes, José Silva, David Martinho, Roman Nayavko, João Soares, Pedro Muja e a timoneira Marta Ferrolho

A Naval Remo vai agora para um merecido descanso, depois de uma Época Desportiva muito desgastante, que ficou marcada pela perda do Posto Náutico, sendo por isso de realçar os excelentes resultados que foram sendo obtidos pelos Treinadores José Canhola e Patrícia Batista e por um conjunto de Atletas que perante todas as adversidades nunca desistiu.

Apesar de tudo a Naval Remo não vai de férias, encontrando-se a funcionar desde 17 de junho o seu programa “Férias Escolares em Movimento…”, continuando a aposta numa oferta alargada em termos de período, atividades diversas e muitas novidades… basta aparecerem no Posto Náutico da Naval junto à Marina de Recreio e os Treinadores José Canhola, a Patrícia Batista e o Daniel Mendes estarão à vossa espera.

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